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Classificação Científica

Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe: Aves
Ordem: Piciformes
Família: Picidae
 Leach, 1820
Subfamília: Picinae
 Leach, 1820
Espécie: V. spilogaster

Nome Científico

Veniliornis spilogaster
(Wagler, 1827)

Nome em Inglês

White-spotted Woodpecker


Estado de Conservação

(IUCN 3.1)
Pouco Preocupante

Fotos Sons

Picapauzinho-verde-carijó

O picapauzinho-verde-carijó é uma ave piciforme da família Picidae.

Nome Científico

Seu nome científico significa: de venilia = pica-pau → referente ao gênero Venilia (Bonaparte, 1850); e -ornis = pássaro; e do (grego) spilos = pintado, manchado; e gastër = barriga; spilogaster = barriga pintada, barriga manchada. ⇒ Ave pica-pau com a barriga pintada.

Características

Mede entre 16 e 19,5 centímetros e pesa entre 35 e 45 gramas.
É o maior de um grupo de pequenos pica-paus esverdeados. Cabeça pardo-escuro, com o vértice avermelhado no macho; duas linhas brancas no lado da cabeça. Partes superiores marrom-esverdeadas, barradas de amarelo-esverdeados; partes inferiores pardacentas, manchadas de preto. Não confundi-lo com o pica-pau-chorão, que é menor.

Subespécies

Espécie monotípica (não são reconhecidas subespécies).
(Clements checklist, 2014).

Alimentação

Alimenta-se de insetos e suas larvas, principalmente de besouros. Para encontrar seu alimento, bate ligeiramente sobre a casca de madeira, tentando localizar alguma cavidade que contenha insetos. Come também frutas como abacate, caqui e a do pau-pólvora (Trema micrantha).

Reprodução

Escava seu ninho em árvores e galhos secos, a alguns metros do solo, onde põe seus ovos brancos e brilhantes. Os filhotes são alimentados pelos pais com larvas de insetos. No período de reprodução torna-se territorial, agredindo outras aves que se aproximam do ninho.

Hábitos

Vive nas cidades, zonas rurais, pastos sujos, capoeiras, matas secas, bordas de Mata Atlântica e matas mesófilas. Costuma associar-se temporariamente a bandos mistos de arapaçus, traupídeos e outros passeriformes que vagueiam pela mata. É agressivo, quando apanhado pelo homem defende-se a bicadas, com as mandíbulas entreabertas, deixando duas perfurações na mão de quem o segura. Costuma dormir em buracos o ano todo.

Voz: Inconfundível “ti-rra-rra”, “prío-rr-rr-rr-rr”, “rä-rä-rä-rä”. Tamborila em galhos secos, sendo que a fêmea responde em sequência mais curta e baixa que o macho.

Distribuição Geográfica

Ocorre do Rio de Janeiro e Minas Gerais ao Rio Grande do Sul, Uruguai, Paraguai e norte da Argentina.

Referências

Consulta bibliográfica sobre subespécies:

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